Eu, amor (Max Mendes)

O amor é uma palavra que cabe em todos os idiomas, mas nunca se traduz por completo. Talvez por isso a gente insista em escrevê-lo, em dizê-lo, em cantá-lo. Max Mendes, neste texto, nos convida a mergulhar nas águas turvas e doces do sentimento que move o mundo.

Amar é um ato de coragem. É colocar o coração na mesa e aceitar que ele pode ser visto, tocado, partido. Mas também é saber que, mesmo partido, ele continua pulsando. O amor não se mede em ausências, mas na intensidade dos encontros. Cada olhar, cada silêncio compartilhado, cada mão que se entrelaça — tudo isso é matéria de poesia.

Max Mendes escreve com a delicadeza de quem sabe que as palavras são pontes. E que atravessar o abismo do outro é um risco que vale a pena. Porque no fim, o que resta não é a dor da despedida, mas a certeza de que o amor, mesmo breve, transforma.

Em cada esquina do cotidiano, o amor se revela nas pequenas coisas: no abraço apertado, na xícara de café compartilhada, no sorriso bobo. Max Mendes nos lembra que não precisamos de grandes gestos para amar; às vezes, a presença silenciosa já é suficiente. A poesia não está nos grandes feitos, mas na atenção aos detalhes. E é nesse olhar atento que o amor se torna eterno.

Este texto é um convite para que você leitor também se permita amar. Amar sem medida, sem medo. Amar como quem escreve um poema: com a alma nas mãos e o coração na ponta da língua. Que o amor seja sempre seu café quente nos dias frios.

Deixe um comentário