Lacunas, essas que me habitam.
Lacunas, essas que me habitam.
Espaços vazios, incompletudes, faltas.
Lacunas que se abrem em mim, como feridas, mas que também me constituem.
É preciso aprender a conviver com as lacunas, a habitá-las, a amá-las talvez.
Elas são o que nos torna humanos, o que nos permite sonhar, criar, preencher.