No vasto céu da noite, uma estrela desperta,
Solitária em seu brilho, no azul sem fim,
Conta histórias de amor que ninguém desconcerta,
No coração do poeta, ela habita assim.
Reflete no silêncio um mistério profundo,
Guardiã de segredos que o vento levou,
No olhar de quem ama, ela encontra o mundo,
E em cada verso escrito, sua luz se moldou.
Não busca o aplauso, nem a glória do dia,
Prefere a calma mansa da noite vazia,
Onde o sonho se tece em fios de luar.
Assim é a estrela que o poeta acolheu,
Uma chama discreta que nunca faleceu,
E no céu da memória, para sempre a brilhar.